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Sanepar vai investir R$ 20 milhões no Norte Pioneiro

Os recursos foram captados pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Entre os processos com licitação ... A obra ganhou recursos de mais de R$ 2 milhões. Santana do Itararé também está com obra de ampliação do sistema de esgotamento ...

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Cuidado com enchentes em SANTANA DO ITARARE

As enchentes são consideradas, entre os desastres naturais, como as que mais danos causam à saúde da população, ao patrimônio e ao meio ambiente. Têm elevada morbi-mortalidade, em decorrência dos seus efeitos diretos e das doenças infecciosas secundárias ocasionadas por conseqüência dos transtornos causados nos sistemas de água e saneamento.

Os desastres, se não puderem ser evitados, ao menos os seus efeitos podem ser minimizados com medidas emergências adotadas tanto pelo governo quanto pela comunidade. Sabendo-se que as enchentes ocorrem em determinados períodos e em determinadas regiões é possível prevenir e se preparar para uma resposta mais eficaz.

Com a chegada da estação das chuvas, cresce a preocupação sobre o aparecimento de doenças, sobretudo as transmitidas por água, alimentos, vetores, reservatórios e animais peçonhentos.


Prevenção:
 

  • Se você vai construir sua residência, escolha um lugar que ofereça segurança para você e sua família;
  • Reúna-se com seus familiares e vizinhos para se prevenir e preparar para situações de emergência;
  • Não desvie canos ou deságües;
  • Peça ajuda para ao departamento ambiental da sua cidade para sobre poda ou corte de árvores próximas à sua residência que ofereçam risco de queda;
  • Não plantar nos morros bananeira e outras plantas de raízes curtas. As raízes dessas árvores não fixam o solo e aumentam os riscos de deslizamentos;
  • Conserte falhas no telhado. Confira o isolamento da fiação elétrica, as calhas de escoamento a fixação das telhas;
  • Verifique se há sinais de infiltrações na casa, rachaduras nas paredes e no chão;
  • Armazene água potável em tonéis devidamente vedados;
  • Caso você esteja em uma área de baixada, sujeita a alagamento, ao primeiro sinal de aumento do nível de água, abrigue-se em locais altos e secos;
  • Acompanhar os alertas da Defesa Civil;
  • Seguir orientações da Defesa Civil se necessitar abandonar a residência;
  • Guarde os documentos, de preferência, em uma mochila impermeável para facilitar na hora de abandonar a residência;
  • Mantenha os medicamentos em lugar seguro.



Cuidados com o lixo:
 

  • Não jogue lixo nas vias públicas para evitar o entupimento dos bueiros (bocas-de lobo) que dificultam o escoamento da água e assoreando o leito de rios;
  • Não jogue no rio sedimentos, troncos, móveis, materiais, lixo que impeçam o seu curso, provocando transbordamentos;
  • Não acumule lixo nem entulhos próximos à sua residência;
  • Acondicione o lixo em área que não esteja sujeitas as enchentes.



Como Proceder em caso de Enchentes:
 

  • Se possível, ponha a salvo seus bens, mas lembre-se que algumas inundações se apresentam repentinamente. Nesses casos, o mais importante é proteger a sua vida e de seus familiares. Encaminhe-se imediatamente para um lugar seguro (partes mais altas da cidade);
  • Evite contato com água da enchente, pois, certamente, estará contaminada. Durante as enchentes é comum ocorrer contaminações como leptospirose e doenças de pele. Ao primeiro sintoma de febre, vômito, diarréia, dores abdominais ou nas pernas, dor de cabeça ou ainda se ocorrer ferimentos procure a unidade de saúde mais próxima, informando que teve contato com água de enchente;
  • Beba somente água filtrada ou fervida.



Em casa:
 

  • Ao primeiro sinal de chuva forte, deixe móveis e eletrodomésticos fora do alcance da água. Desligue equipamentos elétricos e eletrônicos, feche o registro do gás e da água;
  • Guarde os produtos de limpeza e alimentos fora do alcance das águas e não os utilize caso tenham sido atingido;
  • Mantenha um membro da família atento e vigilante ao nível de subida das águas, mesmo à noite;
  • Tenha sempre lanternas e pilhas em condições de uso. Não use velas, lamparinas a álcool ou similares;
  • Acompanhe o noticiário local pelo rádio e fique atento às mensagens de esclarecimento ou alarmes;
  • Feche portas e janelas da casa ainda que seja necessário o abandono para evitar a entrada de escombros e de animais peçonhentos;
  • Se houver muita infiltração na casa e acontecer rachaduras nas paredes ou escutar algum barulho estranho, abandone sua residência;
  • Transmita alarme aos vizinhos em caso de súbita elevação das águas;
  • Não use telefone (o sem fio pode ser usado);
  • Não fique próximo a tomadas, canos, janelas e portas metálicas;
  • Não toque em equipamentos elétricos que estejam ligados à rede elétrica;
  • E o mais importante: mantenha a CALMA para que possa tomar as providências necessárias. O pânico só piora a sua situação e de quem está a sua volta.



Na rua:
 

Evite, ao máximo, estar em áreas alagadas. Terrenos acidentados, buracos e bueiros abertos, assim como fiação elétrica exposta podem causar acidentes graves. Se não houver alternativa, sigas as orientações:

  • Ao encontrar-se em ruas alagadas, procure se proteger o máximo possível para evitar o contato com a água. Use calçados ou improvise, com sacos plásticos, proteção para as pernas;
  • Ande junto a muros e paredes, preferencialmente seguro por cordas ou sendo auxiliado por outras pessoas. A força das águas em locais inclinados é incontrolável;
  • As águas de enchentes são pesadas e violentas e oferecem grande risco de contaminação. Mesmo que você saiba nadar bem, não se arrisque em travessias ou brincadeiras;
  • Evite cruzar pontes onde o nível do rio subiu;
  • Não se abrigue embaixo de árvores e se mantenha distante de postes;
  • Não se aproxime de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;
  • Não se abrigue debaixo de árvores isoladas;
  • Não tome água ou coma alimentos que estavam em contato com as águas da inundação;



Dentro de carros:
 

  • Ao primeiro sinal de chuva forte, evite sair de casa. Não corra riscos desnecessários. No entanto, se já estiver no trânsito, fique atento;
  • Aos primeiros sinais de alagamento procure áreas elevadas para estacionar e aguarde o nível da água baixar;
  • Ande devagar, aumente a distância do veículo da frente e não feche os cruzamentos;
  • Sintonize seu rádio no noticiário local e procure informações sobre as áreas alagadas;
  • Não pare o carro próximo a árvores ou postes;
  • Evite áreas alagadas. As poças podem esconder crateras. Se for inevitável, ao atravessá-las, mantenha aceleração contínua em primeira. Em hipótese alguma a água pode entrar pelo cano de descarga;
  • Aguarde que o carro que esteja a sua frente transponha a área alagada para, em seguida, proceder a sua travessia;
  • Não fique próximo a caminhões ou ônibus. Veículos de grande porte provocam marolas que podem alagar o seu carro e fazer com que perca o controle da direçatingir o batente inferior da porta é hora de abandonar o veículo. Com água acima das rodas, o carro começa a boiar e fica sem controle. Se alcançar as janelas, ocorre o bloqueio das portas, impedindo a saída e, pior, dificultando o resgate;



Procedimentos Após as Enchentes:
 

  • Ao término da enchente, busque orientação da Defesa Civil sobre o retorno para sua residência. É necessário limpar os locais atingidos água e lama;
  • Só retorne a casa durante o dia;
  • Use botas e luvas para evitar o contato com a água e a lama;
  • Para descontaminar os locais e caixa de água, utilize uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água;
  • Jamais reaproveite a água da enchente;
  • Enquanto não for liberado o consumo da água da rede pública, beba somente água engarrafada, fervida ou clorada. Um minuto em fervura mata a maioria dos microorganismos;
  • Para evitar incêndios, choques elétricos ou explosões, desligue a energia elétrica e desconecte as tubulações de gás;
  • Se a sua residência foi destruída durante a enchente, não retorne a construir no mesmo lugar, porque cedo ou tarde ocorrerá uma nova enchente.



Para limpar caixa d´água e/ou de cisternas:
 

  • Esvaziar a caixa d’água e lavá-la, esfregando bem as paredes e o fundo. Utilizar botas de borracha e luvas nesta atividade, ou 2 sacos plásticos, um sobre o outro, amarrados nas mãos e nos pés;
  • Depois de concluída a limpeza, colocar 1 litro de água sanitária (hipoclorito de Sódio a 2,5%) para cada 1.000 litros de água do reservatório. Abrir a entrada para encher a caixa com água limpa;
  • Após 30 minutos, abrir as torneiras por alguns segundos, para que a água misturada ao hipoclorito entre nas tubulações da casa.  Aguardar 1 hora e 30 minutos para a desinfecção do reservatório e canalizações;
  • A lama das enchentes tem alto poder infectante e adere aos móveis, paredes e chão. Recomenda-se retirar essa lama (sempre se protegendo com luvas e botas de borracha) e lavar o local, desinfetando com solução de água sanitária. Para um balde com 20 litros de água, adicionar 4 xícaras de café de água sanitária;
  • Evitar que os dejetos (fezes, urina e lixo) contaminem a água, os alimentos e as pessoas. Sempre que possível, utilizar caixas, jornais e papéis para colocação dos dejetos, jogando-os posteriormente em buracos abertos especialmente para esse fim;
  • Eliminar toda a água parada existente em objetos como pneus, garrafas, vasos de plantas e etc., para evitar o aumento de mosquitos;
  • Sempre lave as mãos com sabão e água fervida;
  • Evite andar com os pés descalços;
  • Esvazie a caixa d´água, fechando o registro de entrada de água e abrindo as torneiras e os chuveiros;
  • Lave a caixa d´água esfregando bem as paredes e o fundo;
  • Encha a caixa d´água com água limpa;
  • Adicione um litro de água sanitária para cada mil litros de água na caixa;
  • Aguarde quatro horas e esvazie novamente a caixa utilizando esta água para lavar o chão e as paredes da casa;
  • Encha novamente a caixa.



Um efeito relevante das enchentes são as doenças ocasionas após o alagamento.



Doenças mais comuns que ocorrem após as enchentes:
 

  • Leptospirose (transmissão pelo contato direto ou indireto com urina de animais infectados, ex: ratos);
  • Dengue (transmissão através da picada de mosquito Aedes aegypti);
  • Hepatite A e E (transmissão fecal / oral, direta ou indireta);
  • Gastroenterite aguda (pela ingestão de alimentos e/ou água contaminados);



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PRA QUEM TEM CONTA SIMPLES EM SANTANA DO ITARARE: AGORA DÁ PRA SACAR ATÉ SEIS MIL REAIS!

O Banco Central (BC) elevou de R$ 2 mil para R$ 3 mil o limite máximo de saldo mensal permitido para as contas especiais de depósitos à vista e de poupança, mais conhecidas como “contas simplificadas”.

Também foi elevado o limite de saldo máximo para efeito de bloqueio a qualquer tempo dessas contas, que passa a ser R$ 6 mil.

Segundo o BC, o objetivo da medida é adequar o limite ao aumento da renda média do público alvo, além de aprimorar este importante instrumento de inclusão financeira de pessoas de baixa e média renda.

Conta simplificada

A conta simplificada representa uma porta de acesso ao sistema bancário, estimulando o hábito de poupar e facilitando, posteriormente, o uso de produtos financeiros mais sofisticados, como o crédito.

É possível abrir uma conta simplificada apresentando apenas o cartão de beneficiário de programas sociais, como o Bolsa Família. Hoje, existem cerca de oito milhões de contas simplificadas de depósitos à vista ativas e cerca de três milhões de contas simplificadas de poupança ativas, abertas principalmente por meio dos correspondentes no País.

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Sanepar vai investir R$ 20 milhões no Norte Pioneiro


Os recursos foram captados pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Entre os processos com licitação ... A obra ganhou recursos de mais de R$ 2 milhões. Santana do Itararé também está com obra de ampliação do sistema de esgotamento ...

Um tapa na cara dos futuros pensionistas do INSS em SANTANA DO ITARARE: Dilma corta benefício do INSS pela metade!!!!!

A presidente da república Dilma Rousseff publicou nesta terça-feira (30) no Diário Oficial da União a Medida Provisória 664/2014, que faz diversas alterações em direitos trabalhistas. Uma delas corta em até 50% o valor da pensão por morte do trabalhador.

O advogado previdenciarista Ezequiel Chites Chaves explica as modificações. “Antes, o valor da pensão por morte para a família, o companheiro cônjuge e filhos era de 100%. Com a MP, a pensão passou a ser de 50% acrescido de 10% para cada dependente deixado, no limite de 5 quotas”.

De acordo com Chaves, o trabalhador com aposentadoria de R$ 1.576,00 deixará para a viúva uma pensão de R$ 788,00, com acréscimo de R$ 157,6 por filho. Antes, seria integral. “Se o trabalhador morresse no primeiro dia de trabalho, a viúva ou os dependentes receberiam pensão vitalícia. Agora, não terão nenhum benefício, pois ele deverá ter no mínimo dois anos de trabalho”, explicou.

Leia mais ... [6]


Um problema grave em SANTANA DO ITARARE: UM GRANDE CONSUMO DE ÁLCOOL NA ADOLESCÊNCIA PODE PREJUDICAR O CÉREBRO PERMANENTEMENTE

Beber muito durante os anos da adolescência pode levar a mudanças estruturais e déficits cerebrais e de memória que persistem na fase adulta, de acordo com os resultados preocupantes de um estudo feito em animais.  O estudo constatou que, mesmo como adultos, os ratos que tinham  acesso diário ao álcool durante a adolescência tinham níveis reduzidos de mielina.  Com uma função não muito diferente do isolamento da fiação elétrica, a mielina forma uma camada isolante que envolve os axônios.  Estes são extensões filiformes de neurônios que transmitem impulsos nervosos.

Estas alterações foram observadas no cérebro de ratos em uma região importante para o raciocínio e tomada de decisão.  Os animais que beberam mais álcool tiveram um pior desempenho em um teste de memória feito quando eram adultos.  Os resultados sugerem que altas doses de álcool durante a adolescência pode continuar afetando o cérebro, mesmo quando o indivíduo deixou o consumo de álcool.  Mais pesquisas são necessárias para determinar se estes resultados podem ser aplicados aos seres humanos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, um número crescente de adolescentes e jovens adultos bebem para ficar bêbados, consumindo quatro (cinco para homens) ou mais doses em  duas horas.  Pesquisas anteriores em humanos mostraram uma associação entre episódios de consumo excessivo de álcool (binge) na adolescência, a mudanças na bainha de mielina em várias regiões cerebrais, e prejuízos cognitivos na idade adulta.  No entanto, era desconhecido se o álcool estava por trás dessas diferenças e comportamentos cerebrais ou se havia fatores predisponentes que poderiam explicar o achado.

Neste estudo, Heather N. Richardson, Wanette M. Vargas, Lynn Bengston e Brian. W. Whitcomb, da Universidade de Massachusetts em Amherst cidade norte-americana, bem como Nicholas W. Gilpin, da Universidade Estadual de Louisiana, em Nova Orleans, Estados Unidos, observaram a mielina do córtex pré-frontal (uma área do cérebro que é vital para raciocinar e tomar decisões) em ratos machos jovens aos quais se proveu álcool adoçado  ou água adoçada  por duas semanas.  Verificou-se que os animais que ingeriram álcool na adolescência experimentaram uma redução nos níveis de mielina no córtex pré-frontal em comparação com aqueles que beberam a mesma quantidade de água adoçada.  Quando os pesquisadores examinaram os animais expostos ao álcool, vários meses depois, eles descobriram que continuaram mostrando níveis de mielina reduzidos quando adultos.

Em  noticiasdelaciencia.com [30]



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