Blog de Notícias de RUROPOLIS








DELEGADO DE RURÓPOLIS É NOMEADO PELO ESTADO PARA CONDUZIR AS PEÇAS DO FLAGRANTE NA CIDADE DE URUARÁ

DPC Ary Vital já na localidade de Uruará. Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplore r4 …

No oeste do PA, dez localidades aderem à greve dos servidores estaduais

A greve dos servidores da rede estadual de ensino, que começou na quarta-feira (25), já acontece em dez cidades da região oeste do Pará. O município de Alenquer aderiu totalmente ao movimento nesta quinta e se juntou aos servidores de Santarém ...

Homens armados assaltam agência bancária em Placas, PA

Bandido Baleado Reféns Cerca de 06 Homens armados invadiram e assaltaram a agência do Banco da Amazônia por volta das 10h 00 desta Quinta-feira (12) no município de Placas. Segundo informações os cri…

Autocarro engolido por estrada acaba a flutuar no rio

Um autocarro fazia a sua viagem entre Itaituba e Rurópolis, no estado brasileiro do Pará, quando foi engolido pela estrada. O veículo ficou preso na lama e pouco depois desapareceu para dentro de uma cratera na estrada. Arrastado pela corrente, o ...

VEREADORES ELOGIAM AGENTES COMUNITARIOS DE ENDEMIAS

Agentes lotados no setor de controle de Endemias Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE …

Autocarro engolido por cratera (vídeo)

Os passageiros já tinham saído do veículo na altura do acidente, não se tendo registado feridos. O insólito aconteceu numa estrada perto das cidades de Itaituba e Ruropolis, no Estado do Pará.

Últimas notícias de RUROPOLIS PA:


Autocarro engolido por cratera (vídeo) Os passageiros já tinham saído do veículo na altura do acidente, não se tendo registado feridos. O insólito aconteceu numa estrada perto das cidades de Itaituba e Ruropolis, no Estado do Pará.

Cratera na Transamazônica deixa isolada localidade no sudoeste do Pará As chuvas fortes no sudoeste do Pará abriram uma cratera no quilômetro 40 da rodovia BR-230, entre os municípios de Itaituba e Rurópolis, na tarde da última segunda-feira (21), impedindo o acesso por via terrestre a Rurópolis. Um micro-ônibus que ...

RUROPOLIS PA tspan:3m RUROPOLIS PA


Micro-ônibus cai em cratera e é levado por correnteza na Transamazônica Um micro-ônibus foi engolido e arrastado por um córrego, segunda-feira (23), após cair em uma cratera aberta no km 45, na BR-230, a Transamazônica, entre os municípios Itaituba e Rurópolis, no sudoeste do Pará. Ninguém se feriu no acidente. Um ...

Defesa Civil vai à Rurópolis avaliar situação Por causa das fortes chuvas nas últimas semanas, três municípios do interior do Pará têm enfrentado problemas que vão desde estradas destruídas até alagamentos que ocasionaram em desocupação de divers…

Confusão em Andamento Publicado no site da Semas a convocaçao da maior confusão exposta na Bacia do Tapajós: O Secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) do Pará convoca o Ministério Público Federal …

Micro-ônibus cai em cratera e é levado por correnteza na Transamazônica As chuvas fortes no sudoeste do Pará abriram uma cratera no quilômetro 40 da rodovia BR-230, entre os municípios de Itaituba e Rurópolis, na tarde da última segunda-feira (21), impedindo o acesso por …

Delegado de Rurópolis conduz flagrante a trio preso em Uruará Ary Vital e sua equipe chegando a Delegacia de UruaráNo dia 20 de Março de 2015, no momento da prisão dos assaltantes do Basa de Placas, tanto a Delegacia de Uruará quanto a Delegacia de Placas estava…





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Corrupção custa caro também em RUROPOLIS

O brasileiro paga caro pelo aumento da corrupção no País. Segundo estudo feito pelo coordenador da Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcos Fernandes, a perda de produtividade provocada por fraudes públicas no Brasil atinge a casa de US$ 3,5 bilhões por ano. ´Da mesma forma que estradas e portos bem estruturados melhoram a produtividade do País, instituições ineficientes diminuem o ganho da nação´, afirma Fernandes.

Ele explica que o prejuízo foi calculado com base em dados do Banco Mundial (Bird) sobre educação e investimentos de 109 países, além de índices de percepção de corrupção da organização não-governamental Transparência Internacional. Na avaliação do professor da FGV - que lança hoje o livro Ética e Economia, em São Paulo -, com as péssimas qualidades das leis, da governabilidade e do ambiente de negócios, as empresas hesitam em investir no País e deixam de criar emprego e renda para a sociedade. Para ter idéia do que significa a perda de produtividade provocada pela corrupção no Brasil, basta comparar o volume de dinheiro empenhado pelo governo no Ministério dos Transportes. Até agosto, foram cerca de R$ 5,3 bilhões em obras de infra-estrutura de transportes, como estradas, hidrovias, ferrovias e portos - bem abaixo da perda de produtividade anual calculada em US$ 3,5 bilhões, ou R$ 7,5 bilhões convertidos pelo dólar de R$ 2,17.

Fernandes completa ainda que em apenas dois escândalos recentes da história do Brasil - o superfaturamento do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo pelo juiz Nicolau dos Santos Neto e o dos sanguessugas, a população perdeu cerca de US$ 150 milhões. ´Com esse dinheiro seria possível construir 200 mil casas populares e abrigar 800 mil pessoas´, calcula o professor. Segundo ele, muito dinheiro que poderia ser investido na precária infra-estrutura do País é desviado pela corrupção. Com isso, o Estado perde força e suas políticas de investimentos são enfraquecidas. Resultado disso pode ser verificado no Índice de Competitividade Global 2006-2007 do Fórum Econômico Mundial. Números divulgados na semana passada mostram que o Brasil caiu nove posições no ranking internacional, de 57ª para 66ª colocação, ficando abaixo dos demais países que formam o chamado Bric (Rússia, Índia e China). De acordo com o Fórum, o desempenho do Brasil se deve especialmente a dois fatores: indicadores macroeconômicos e institucionais. ´A corrupção traz efeitos graves para a competição dos mercados´, afirma o diretor-executivo da Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo.

Segundo ele, o efeito disso para a população é lamentável, já que menos investimentos significam menos emprego, renda e piora do bem-estar da população. ´O custo social é grande, pois priva as pessoas de uma melhor qualidade de vida e de liberdade de escolha´, diz Fernandes. O economista Reinaldo Gonçalves, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), acrescenta ainda que a corrupção aumenta o risco e a incerteza no ambiente de negócios do País. ´Para se proteger disso, os preços dos bens e serviços acabam embutindo o custo da corrupção, como se fosse um imposto´, reclama ele. Para o professor, além de aumentar as incertezas, as fraudes públicas elevam as práticas oportunistas. ´Como alguns cometem atos ilícitos e não são punidos, os outros também adotam armas corruptas para competir.´ Na avaliação dele, há uma fragilidade sistêmica no Brasil, um processo de ´africanização´. Dados da ONG Transparência Internacional mostram que o Índice de Percepção de Corrupção do Brasil é semelhante ao de países como Belize, Sri Lanka, Peru, Kuwait e Colômbia (ver gráfico). Os países mais seguros são Finlândia, Dinamarca, Cingapura e Suíça. Os piores no quesito fraude pública são Bangladesh, Paraguai e Indonésia. Na avaliação do professor de Ética e Filosofia Política da Unicamp, Roberto Romano, um dos problemas que elevam o índice de corrupção no Brasil é o número de mediadores no sistema. Da União até chegar ao destino estabelecido, o dinheiro passa por várias mãos, o que facilita a fraude, argumenta ele. ´Resultado disso é a desigualdade entre as regiões e a falta de competitividade do produto brasileiro. Se você não tem valor agregado, sobretudo de ponta, o que você tem a oferecer? Banana´ destaca o professor.

Mas há uma luz no fim do túnel, argumentam os especialistas. Uma das alternativas é deixar de tratar a corrupção como causa da moralidade. Para Abramo, ela tem origem em instituições e práticas administrativas frágeis.

´No Brasil, os governos podem nomear cargos aleatoriamente em troca de apoio parlamentar. Isso precisa ser mudado´, indigna-se ele, reivindicando a criação de políticas de gerenciamento de conflito de interesses. ´Certamente não se combate corrupção dizendo que ela é feia.´ Gonçalves, da FGV, acredita que a instituição de mecanismos que permitam a fiscalização pública do orçamento do governo já contribuiria para reduzir as fraudes. ´É preciso transparência. Se você torna tudo eletrônico, é possível consultar o andamento dos processos, contratos de compra de serviços, etc.´ Mas isso precisa ser inteligível. Não adianta dispor de dados se não é possível fazer a leitura, alerta ele. ´Junta-se a isso a necessidade de redução da burocracia e a aprovação de leis mais racionais.´

Fonte: Renée Pereira (site do Estadão) [2]




Segurem as calças em RUROPOLIS: Brasil vai sofrer em 2015 a pior crise em 25 anos

De acordo com os números compilados hoje pelo Financial Times, esta foi mais uma semana de indicadores negativos para o Brasil, cuja situação económica "fica mais negra semana após semana".

A altura para a revisão em baixa das expetativas sobre a recessão este ano, de 0,5% para 0,66%, não ajuda a evolução do câmbio do real, acrescenta o jornal, lembrando que a moeda brasileira passou a marca dos 3 reais por dólar na semana passada, e já caiu mais 1,1% hoje para 3,1 reais por dólar, o valor mais negativo dos últimos dez anos e meio.

O real, de resto, é a moeda com o pior desempenho este ano, e caiu em 15 das últimas 18 sessões, ao passo que as ações na bolsa brasileira caíram pelo quarto dia consecutivo, caindo 1,7%, o valor mais baixo das últimas três semanas.

Também nos juros exigidos pelos investidores para negociarem em dívida pública a 10 anos são negativos, sendo "os piores da região", escreve o FT, notando que já vão nos 4,875%.

No domingo, a Bloomberg tinha noticiado que o acesso das empresas brasileiras aos mercados financeiros estava, na prática, congelado há quatro meses, data da última emissão de dívida internacional, refletindo a falta de confiança dos investidores.

De acordo com a agência Bloomberg, a última vez que as empresas brasileiras estiveram quatro meses sem recorrer a financiamento externo aconteceu em 2008, na sequência da implosão do Lehman Brothers, quando o crédito internacional ficou basicamente congelado.

A ausência de empréstimos internacionais é emblemática da maneira como o Brasil se degradou aos olhos dos investidores estrangeiros, na sequência do escândalo financeiro envolvendo as ligações entre a Petrobras e a classe política e da estagnação da economia, que levou os juros exigidos pelos investidores para emprestarem dinheiro a subir seis vezes mais que a média dos outros mercados emergentes.

No ano passado, por esta altura, as empresas brasileiras já tinham contraído 7,5 mil milhões de dólares de dívida nos mercados internacionais.

A Petrobras não emite dívida internacional desde Março do ano passado.

A Moody´s desceu o ´rating´ da empresa em dois níveis, para o patamar abaixo de investimento, conhecido como ´lixo´, no final de fevereiro, o segundo corte em menos de um mês, precisamente devido à possibilidade de a investigação judicial em curso poder impedir o acesso ao financiamento.

O corte no ´rating´ da Petrobras é uma das 28 ações de degradação do ´rating´ que as empresas brasileiras já sofreram desde Janeiro. [17]



No oeste do PA, dez localidades aderem à greve dos servidores estaduais


A greve dos servidores da rede estadual de ensino, que começou na quarta-feira (25), já acontece em dez cidades da região oeste do Pará. O município de Alenquer aderiu totalmente ao movimento nesta quinta e se juntou aos servidores de Santarém ...



Autocarro engolido por estrada acaba a flutuar no rio


Um autocarro fazia a sua viagem entre Itaituba e Rurópolis, no estado brasileiro do Pará, quando foi engolido pela estrada. O veículo ficou preso na lama e pouco depois desapareceu para dentro de uma cratera na estrada. Arrastado pela corrente, o ...
Autocarro engolido por cratera (vídeo) Os passageiros já tinham saído do veículo na altura do acidente, não se tendo registado feridos. O insólito aconteceu numa estrada perto das cidades de Itaituba e Ruropolis, no Estado do Pará.
Cratera na Transamazônica deixa isolada localidade no sudoeste do Pará As chuvas fortes no sudoeste do Pará abriram uma cratera no quilômetro 40 da rodovia BR-230, entre os municípios de Itaituba e Rurópolis, na tarde da última segunda-feira (21), impedindo o acesso por via terrestre a Rurópolis. Um micro-ônibus que ...
Micro-ônibus cai em cratera e é levado por correnteza na Transamazônica Um micro-ônibus foi engolido e arrastado por um córrego, segunda-feira (23), após cair em uma cratera aberta no km 45, na BR-230, a Transamazônica, entre os municípios Itaituba e Rurópolis, no sudoeste do Pará. Ninguém se feriu no acidente. Um ...
Defesa Civil vai à Rurópolis avaliar situação Por causa das fortes chuvas nas últimas semanas, três municípios do interior do Pará têm enfrentado problemas que vão desde estradas destruídas até alagamentos que ocasionaram em desocupação de divers…

Saiba quanto custa financiar pela Caixa em RUROPOLIS ?

A Caixa Econômica Federal lançou o novo simulador de financiamento habitacional. A nova ferramenta está disponível no site do banco (www.caixa.gov.br). Segundo a Caixa, o leiaute, mais simples e intuitivo, facilita o preenchimento dos dados e agiliza a resposta ao usuário.

Outro diferencial é a opção de iniciar a simulação a partir da capacidade de pagamento. Com o preenchimento de apenas quatro campos, o novo simulador calcula o valor máximo de financiamento que o cliente pode tomar, bem como o valor máximo de prestação que ele pode assumir. Caso prefira, o cliente pode ir direto para a simulação completa.

Em seguida o simulador apresenta sugestões de valores de financiamento e prazos compatíveis com este comprometimento mensal, auxiliando o cliente a definir o valor do imóvel a ser adquirido.

Após escolher o valor e o prazo, basta o cliente confirmar o tipo e local do imóvel que deseja financiar, e inserir dados como: data de nascimento do proponente de maior idade; tempo de serviço, se tiver mais de três anos de trabalho sob regime do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); e se já foi beneficiado com algum subsídio da União. Não é necessário reinserir os dados que já foram informados no início da simulação.

Para o vice-presidente de Habitação do banco, José Urbano Duarte, o novo simulador contribui para uma melhor experiência do cliente nos processos de compra e financiamento do imóvel. “O novo simulador inaugura uma nova forma de interação do cliente com o crédito imobiliário, uma vez que é mais intuitivo e possui uma interface mais amigável e atual, além de permitir uma resposta imediata a uma primeira necessidade do cliente, ao buscar um simulador: quanto posso financiar na Caixa?”, explica.

As novas funcionalidades foram desenvolvidas com base em pesquisa, realizada em sites de bancos nacionais e internacionais. As principais facilidades incorporadas estão focadas na expectativa do cliente ao buscar um simulador de financiamento, reforçando a transparência e a simplicidade no atendimento. [34]


Quando os remédios "clone" vão chegar em RUROPOLIS?

A partir de agora, a indústria farmacêutica que quiser registrar medicamento clone (remédio com a mesma fórmula) terá a garantia de manutenção do preço já praticado no mercado.

O processo de registro para esse tipo de produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é mais simplificado e sua ampliação permitirá a redução de cerca de 25% na fila de pós-registro.

A análise desses documentos representa 60% da demanda para registros no País. A medida beneficiará o setor, que terá o processo de registro acelerado, e o consumidor, que terá mais opções de marcas e preços disponíveis.

“Essa resolução é muito importante porque já estamos adotando uma maneira mais simplificada para registrar medicamentos clones e faltava uma definição sobre o preço. A análise simplificada para os medicamentos clones representa um ganho de tempo em todas as etapas de registro, com uma redução expressiva da fila”, destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Manutenção do preço

O diretor-presidente da Anvisa, Jaime Oliveira, explica que é fundamental sinalizar ao setor a manutenção do preço para dar segurança ao pedido de registro do produto na categoria clone.

A resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) sobre a precificação de medicamentos clone será publicada no Diário Oficial da União. A ação voltada ao setor farmacêutico foi anunciada pelo Ministério da Saúde e Anvisa.

Essa medida vem complementar a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) 31/2014 da Anvisa, que passou a autorizar que medicamentos novos ou não, que têm comprovadamente a mesma matriz (princípios ativos, concentração, via de administração, posologia e indicação terapêutica) de uma droga já registrada e comercializada, possam ser enquadrados como ‘medicamento clone’.

Mudanças

O maior impacto da medida será no pós-registro, fase em que a indústria já possui medicamentos e preços registrados na Anvisa e quer reclassificá-los, passando-os de medicamento não clone para clone.

Atualmente, cerca de 60% da demanda da Gerencia Geral de Medicamentos da Anvisa está no pós-registro. Um terço dos pedidos (629) aguarda para serem registrados como ‘clone’.

Mercado

A Resolução da CMED prevê três situações que garante a precificação dos medicamentos, caso o fabricante opte por trabalhar com os clones. No primeiro caso, o medicamento não clone já é comercializado. Nessa situação, haverá uma troca do número de registro do medicamento para adequação à RDC 31/2014 e será mantido o preço anteriormente aprovado para o laboratório.

No segundo caso, o medicamento entra no mercado como um fármaco novo ou nova apresentação e, por isso, segue normalmente as regras gerais de preços estabelecidos pelos critérios da Resolução CMED N°2/2004.

A terceira situação trata do produto criado a partir da transferência de tecnologia entre laboratórios públicos e privados, por meio das Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDP) e outras formas de transferência de tecnologia – em que o medicamento clone terá o mesmo preço praticado pela matriz. [16]



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