Blog de Notícias de PATOS DO PIAUI








Carreta tomba na BR-407, entre as localidades de Jaicós e Patos do Piauí

Uma carreta que transportava colchões tombou na manhã desta quinta (19/03), na margem da BR 407, no trecho entre as cidades de Jaicós e Patos. Segundo informações , o motorista teria perdido controle do veículo ... em córrego na PI-336 ...

Bailarina do Piauí integra grupo de 25 brasileiros que irão ao YAGP em NY

A pequena piauiense integra o grupo seleto de 25 adolescentes que representarão o Brasil entre os dias 10 e 17 de abril no Youth America Grand Prix, um dos maiores concursos de dança do mundo e que reúne bailarinos de todos os continentes em Nova York.

Polícia apreende armas, munição, moto e recupera dinheiro roubado em lotérica.

 A operação policial deflagrada na manhã deste sexta-feira (20/03/2015) com o escopo de capturar a dupla acusada de assaltar uma Casa Lotérica na localidade de Caridade do Piauí, foi considerada um suce…

"Apresentaçã ;o horrível", resume Moroni após derrota para o Fla-PI

Revés deixa equipe na lanterna do estadual Pouquíssimas palavras. A fala de Paulo Moroni após a derrota para o Flamengo-PI, por 1 a 0, em clássico válido pela terceira rodada do Campeonato Piauiense, não encontrou explicações . Para o treinador do ...

Operação Policial coloca na cadeia dupla acusada de assaltar Lotérica de Caridade do Piaui. Veja!

Um dos assaltantes é menor de idade. Os bandidos levaram cerca de 5 mil reais do estabelecimento.Apó ;s cerca de 24h de diligências continuadas, à procura dos elementos que praticaram roubo qualificado …

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Cocal: Governo Federal decreta emergência em 201 cidades do Piaui, Cocal é uma delas

O Governo Federal decretou situação de emergência em 201 municípios do Piauí em virtude da estiagem. A portaria assinada pelo secretário nacional de proteção e defesa Civil, Adriano Pereira Júnior, …

GOVERNO FEDERAL DECRETA EMERGÊNCIA EM 201 CIDADES DO PIAUI, COCAL É UMA DELAS

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Estiagem: Governo Federal decreta situação de emergência em 201 municípios do Piauí, dentre eles; Paulistana, Acauã, Betânia, Jacobina e Q. Nova. VEJA

Níveis de reservatório de água em algumas barragens já estão abaixo de 15%.  Imagem Ilustrativa Por conta da estiagem, causada pela insuficiência de chuvas, 201 municípios do Piauí tiveram seus pedid…

UNICEF realiza nova capacitação do Selo no Piauí, Cristino participará

O Selo UNICEF edição 2013-2016 fará nos dias 18 e 19 de março o seu quinto ciclo de capacitação no Auditório da FIEPI - Federação das Indústrias do Estado do Piauí, na Av. Ind. Gil Martins - São Pedro…

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STF decide que Piauí terá que pagar R$ 1,4 bilhão em precatório ate 2020 Decisão que foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) coloca em maus lençóis, ou pelo menos em lençóis mais curtos, financeiramente falando, todos os estados brasileiros, à exceção do Espírito ... AME-PI realizará o Seminário Saúde Mental ...

Governador do Piauí nomeia a mulher como secretária de Educação O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), dá posse a sua mulher, Rejane Dias (PT), na secretaria de Educação(Jo rge Henrique Bastos/Governo do Piauí/Divulga&cced il;ão) O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), deu posse a sua mulher, Rejane Dias ...





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Como fazer para ter um Drobe voando em PATOS DO PIAUI?

Assunto do momento, os voos de aeronaves não tripuladas, que vêm se difundindo pelo mundo nos últimos anos, suscitam ainda muitas dúvidas, confusões e curiosidades na busca pela informação correta. De fato, é até certo ponto compreensível, uma vez que a tecnologia começou a ser popularizada muito recentemente e praticamente todos os países ainda buscam as melhores soluções para uma regulamentação da atividade em detalhes de modo a viabilizar a segurança necessária, sobretudo diante dos prognósticos do crescimento exponencial da atividade.

Um Veículo Aéreo Não tripulado não é um brinquedo e não pode ser considerado como tal. Possui regras próprias que diferem da já conhecida atividade de aeromodelismo e, por isso, precisa de certificação e autorização para voo. Mas como solicitar estas autorizações? O que fazer para operar uma aeronave destas no Brasil? Qual a legislação pertinente à atividade? Qual legislação ainda será criada? Qual a diferença entre drone e VANT? O que é um RPA?

O objetivo deste texto é esclarecer ao menos os princípios básicos a respeito das autorizações para voos não tripulados, no âmbito do Decea, e as normatizações (existentes e previstas) referentes ao assunto no País.

Nomenclatura

Drone

Antes de mais nada, é importante destacar que o termo “drone” é apenas um nome genérico. Drone (em português: zangão, zumbido) é um apelido informal, originado nos EUA, que vem se difundindo mundo a fora, para caracterizar todo e qualquer objeto voador não tripulado, seja ele de qualquer propósito (profissional, recreativo, militar, comercial, etc.), origem ou característica. Ou seja, é um termo genérico, sem amparo técnico ou definição na legislação.

VANT

VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado), por outro lado, é a terminologia oficial prevista pelos órgãos reguladores brasileiros do transporte aéreo para definir este escopo de atividade. Há, no entanto, algumas diferenças importantes. No Brasil, segundo a legislação pertinente (Circular de Informações Aéreas AIC N 21/10), caracteriza-se como VANT toda aeronave projetada para operar sem piloto a bordo. Esta, porém, há de ser de caráter não recreativo e possuir carga útil embarcada. Em outras palavras, nem todo “drone” pode ser considerado um VANT, já que um Veículo Aéreo Não Tripulado utilizado como hobby ou esporte enquadra-se, por definição legal, na legislação pertinente aos aeromodelos e não a de um VANT.

RPA

Do mesmo modo, há dois tipos diferentes de VANT. O primeiro, mais conhecido, é o RPA (Remotely-Piloted Aircraft / em português, Aeronave Remotamente Pilotada). Nessa condição, o piloto não está a bordo, mas controla aeronave remotamente de uma interface qualquer (computador, simulador, dispositivo digital, controle remoto, etc.). Diferente de outra subcategoria de VANT, a chamada “Aeronave Autônoma” que, uma vez programada, não permite intervenção externa durante a realização do voo. Como no Brasil a Aeronave Autônoma tem o seu uso proibido, tratemos a partir daqui apenas das RPA. A chamada RPA, enfim, é a terminologia correta quando nos referimos a aeronaves remotamente pilotadas de caráter não-recreativo.

RPAS

Há ainda o termo RPAS, que nada mais é do que um sistema de RPA. Em outras palavras, nos referimos às RPAS quando citamos não só a aeronave envolvida mais todos os recursos do sistema que a faz voar: a estação de pilotagem remota, o link ou enlace de comando que possibilita o controle da aeronave, seus equipamentos de apoio, etc. Ao conjunto de todos os componentes que envolvem o voo de uma RPA usamos, portanto, o nome de RPAS (Remotely Piloted Aircraft Systems).

Exemplos de uso

Como exemplos de usos de RPAS pode-se citar aeronaves remotamente pilotadas com os seguintes propósitos: filmagens, fotografias, entregas de encomenda, atividades agrícolas, missões militares, mapeamento de imagens 3D, monitoramento meteorológico, missões de busca, missões de governos, defesa ciivil, defesa aérea, usos como robôs industriais, patrulha de fronteiras, combate a incêndios, combate ao crime, inspeção de plataformas de petróleo, distribuição de remédios em ambientes hostis, entre muitos outros usos que já existem ou ainda estão por vir.

Legislação

Muitas pessoas acreditam que não há regulamentação no Brasil para o uso de RPA e até mesmo para o voo de aeromodelos. Isso não é correto. Há uma Circular de Informações Aeronáuticas especialmente dedicada ao tema, a AIC N 21/10 – VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS, conforme citado acima.

Para o caso de aeromodelos, há a Portaria DAC nº 207, que estabelece as regras para a operação do aeromodelismo no Brasil.

Do mesmo modo, no que couber, há ainda o Código Brasileiro de Aeronáutica, os RBHA (Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica) os RBAC (Regulamento Brasileiro de Aviação Civil), o Código Penal e a Constituição Brasileira.

O assunto, porém, é novo e naturalmente não só o Brasil, bem como o mundo todo, ainda não dispõe de uma regulamentação detalhada que englobe todos os usos, características, funções, necessidades, restrições, funcionalidades e perigos da novidade. Esforços estão sendo empreendidos para uma regulamentação mais abrangente da atividade no País – que leve em conta a participação de todos os atores envolvidos – o mais breve possível, o que ocorrerá ainda neste ano.

Desse modo, o Decea, em consonância com outros órgãos, vem trabalhando a fim de possibilitar a inserção no espaço aéreo de forma segura e controlada, do mesmo modo que vem fazendo com as aeronaves tripuladas desde que as mesmas começaram a voar no País.

RPA

Premissas Básicas

– Qualquer equipamento que saia do chão de forma controlada, permaneça no ar de forma intencional e seja utilizado para fins outros que não seja para esporte, lazer, hobby ou diversão deve ser encarado como uma RPA;

– A RPA é uma aeronave e será tratada como tal, independentemente de sua forma, peso e tamanho;

– O voo de uma RPA não deverá colocar em risco pessoas e/ou propriedades (no ar ou no solo), mesmo que de forma não intencional;

– As RPA deverão se adequar às regras e sistemas existentes;

– As RPA não recebem tratamento especial por parte dos órgãos de controle de tráfego aéreo;

– A designação de uma RPA independe de sua forma, tamanho ou peso. O que define se um equipamento será tratado como uma RPA ou não é o seu propósito de uso.

Exemplo: a atividade realizada com equipamentos não tripulados que utilizam determinada porção do espaço aéreo, com o propósito exclusivo de uso voltado a hobby, esporte e/ou lazer, é classificada como aeromodelismo, independente de sua forma, peso ou tamanho. Para a utilização de aeromodelos, devem ser seguidas as regras previstas na Portaria DAC no 207/STE, já citada acima.

É importante destacar aqui que, mesmo nos casos de uso de aeromodelos, o Código Penal Brasileiro prevê, entre outras coisas, a proteção da integridade corporal de pessoas, e, em caso de negligência desta observação, dependendo do caso, as ações poderão ser tratadas como lesão corporal ou ainda, no caso de consequências maiores, poderão ser tratadas até mesmo de forma mais grave, mesmo sem a ocorrência de fatalidades.

– Qualquer intenção de operação com propósitos diferentes daqueles voltados ao lazer, esportes e hobby, deverá ser devidamente analisada e aprovada pela Anac. Mais uma vez, o que deve ser analisado é o propósito do voo, independentemente do equipamento utilizado.

Autorização de RPA – Uso Experimental

Para a operação experimental de RPAS, um Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE) deve ser solicitado à Anac, conforme as seções 21.191 e 21.193 do Regulamento Brasileiro da Aviação Civil n° 21 – RBAC 21.

A Instrução Suplementar 21-002 Revisão A, intitulada “Emissão de Certificado de Autorização de Voo Experimental para Veículos Aéreos Não Tripulados”, orienta a emissão de CAVE para Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA) com os propósitos de pesquisa e desenvolvimento, treinamento de tripulações e pesquisa de mercado.

O CAVE é emitido para um número de série específico de uma RPA, portanto não é possível emiti-lo sem apresentar a aeronave específica, para a qual se pretende emitir um CAVE.

No que diz respeito a esses voos experimentais de RPAS, o Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica nº 91 – RBHA 91, intitulado “Regras gerais de operação para aeronaves civis”, na seção 91.319, parágrafo (a), define que “Nenhuma pessoa pode operar uma aeronave civil com certificado de autorização de voo experimental (CAVE) para outros propósitos que não aqueles para os quais o certificado foi emitido, ou transportando pessoas ou bens com fins lucrativos”.

Por fim, ressaltamos que o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) – Lei no 7.565, de 19 DEZ 1986, em seu Artigo 119 diz que “As aeronaves em processo de homologação, as destinadas à pesquisa e desenvolvimento para fins de homologação e as produzidas por amadores estão sujeitas à emissão de certificados de autorização de voo experimental…”

Autorização de RPA – Uso com Fins Lucrativos

A fim de viabilizar a operação de RPAS com fins lucrativos, operação esta que não é caracterizada como experimental, deve ser encaminhado à Anac um requerimento devidamente embasado, destacando as características da operação pretendida e do projeto do RPAS, de modo a demonstrar à Anac que o nível de segurança do projeto é compatível com os riscos associados à operação (riscos a outras aeronaves em voo e a pessoas e bens no solo).

Contudo, a Anac ainda não possui regulamentação específica relacionada à operação de RPAS com fins lucrativos e, até o momento, este tipo de requerimento está sendo analisado, caso a caso, pela área técnica da Anac e apreciado pela Diretoria Colegiada, que então delibera pelo deferimento ou indeferimento da autorização.

A publicação, no entanto, de legislação da Anac referente à operação de RPAS com fins lucrativos será precedida de audiência pública, ocasião em que os interessados poderão ler a minuta e submeter comentários à Anac para aprimoramento da proposta, se assim o desejarem. Até o momento, no que couber, deve ser aplicada aos RPAS, a regulamentação já existente (por exemplo, o RBHA 91, que contém as regras gerais de operação para aeronaves civis; o RBAC 21, que trata de certificação de produto aeronáutico; o RBAC 45, acerca das marcas de identificação, de nacionalidade e de matrícula e o RBHA 47, referente ao registro da aeronave no Registro Aeronáutico Brasileiro).

Vale lembrar que nenhuma operação de Aeronave Remotamente Pilotada civil poderá ser realizada no Brasil sem a devida autorização da Anac, seja ela em caráter experimental, com fins lucrativos ou que tenha qualquer outro fim que não seja unicamente o de lazer, esporte, hobby ou competição.

Autorização de Voo

Qualquer objeto que se desprenda do chão e seja capaz de se sustentar na atmosfera – com propósito diferente de diversão – estará sujeito às regras de acesso ao espaço aéreo brasileiro. Desse modo, todo o voo de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA) precisa de autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), exatamente como no caso das aeronaves tripuladas. Ou seja, a regra geral, seja aeronave tripulada ou não, é a mesma, já que é imprescindível a autorização para o voo. A exceção para os dois casos, também, é a mesma: os voos que tenham por fim lazer, esporte, hobby ou competição, que têm regras próprias.

Os procedimentos para solicitar a autorização de uso do espaço aéreo devem observar, porém, a localidade em que se pretende voar já que o espaço aéreo brasileiro é dividido em sub-regiões aéreas de responsabilidades de diferentes órgãos operacionais regionais, subordinados ao Decea. Esses órgãos são os quatro Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo, os chamados Cindacta, que atuam diretamente no controle aéreo dessas áreas – denominadas, por padrão internacional, de FIR (em português, Regiões de Informação de Voo) – que preenchem a totalidade da área de responsabilidade do Brasil. Há ainda um outro órgão regional, responsável exclusivamente pelo uso do espaço aéreo entre as terminais aéreas do Rio de Janeiro e São Paulo: o Serviço Regional de Proteção ao Voo de São Paulo (SRPV-SP).

Em suma, a solicitação deverá ser encaminhada ao órgão responsável pela área de jurisdição a ser voada. Veja na figura abaixo a divisão do espaço aéreo brasileiro em FIRs e os Cindacta responsáveis por cada região (obs: entre as terminais aéreas do Rio de Janeiro e São Paulo, o órgão regional responsável para autonomizações de voo é o SRPV-SP, como mencionado acima)

Procedimentos, Formulários e Contatos

Uma vez definido o órgão, a solicitação de uso do espaço aéreo deve ser encaminhada ao mesmo, por meio do preenchimento e envio do formulários via fax, conforme indicado abaixo.

DECEA – Formulario Autorização de Voo - VANT

Contato (fax) dos órgãos regionais do Decea para de autorização de voo VANT:

CINDACTA I – (61) 3364-8410

CINDACTA II – (41) 3251-5422

CINDACTA III – (81) 2129-8088

CINDACTA IV – (92) 3652-5330

SRPV-SP – (11) 2112-3491

Em caso da não observância das regras de segurança e voo em vigor ou em caso de interferência em procedimentos existentes, é importante destacar que ao Decea é reservado o direito de não autorizar o uso do espaço aéreo.

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 Como conseguir um empréstimo do BNDES em PATOS DO PIAUI.

Apoio Financeiro - Apresentação

Atenção: O BNDES não credencia nem indica quaisquer consultores, pessoas físicas ou jurídicas, como intermediários para facilitar, agilizar ou aprovar operações com o próprio Banco ou com as instituições financeiras credenciadas a repassar seus recursos.

O BNDES investe em empreendimentos de organizações e pessoas físicas segundo critérios que priorizam o desenvolvimento com inclusão social, criação de emprego e renda e geração de pisas.

O apoio financeiro pode se dar por meio das seguintes modalidades: financiamentos, recursos não reembolsáveis e subscrição de valores mobiliários.

Em alguns casos específicos, o apoio financeiro pode se dar de forma conjugada, por meio de financiamento a uma parte de projeto e via subscrição de valores mobiliários em outra. A decisão de utilizar as duas modalidades fica a critério do BNDES.

Financiamentos

As modalidades de financiamento do BNDES se pidem em Produtos, de acordo com a finalidade do empreendimento.

Os Produtos definem as regras gerais de condições financeiras e procedimentos operacionais do financiamento. A cada Produto se aplicam Linhas de Financiamento, que se destinam a beneficiários, setores e empreendimentos específicos e, por isso, podem trazer regras particulares, mais adequadas aos objetivos da linha.

Outros mecanismos de financiamento disponíveis são os Programas, de caráter transitório, voltados para um determinado segmento econômico; e os Fundos, também destinados a setores específicos de atividade.

Quem pode solicitar o financiamento

  • Empresas;
  • pessoas físicas residentes no país;
  • entes da Administração Pública, seja direta ou indireta; e
  • associações e fundações.

Veja os requisitos mínimos para cada tipo de cliente.

Veja também como o BNDES classifica as empresas segundo o porte.

Formas de apoio

As solicitações podem ser feitas de forma direta, indireta ou mista, dependendo da modalidade de apoio utilizada:

  • Operação direta - realizada diretamente com o BNDES ou através de mandatário.
  • Operação indireta - realizada por meio de instituição financeira credenciada, ou através do uso do Cartão BNDES.
  • Operação mista - combina a forma direta com a forma indireta não automática.

Veja mais informações sobre as formas de apoio do BNDES.

Itens financiáveis

O BNDES apoia projetos de investimento, no Brasil e no exterior, que visem à ampliação, modernização e expansão da capacidade produtiva. Cada mecanismo de financiamento determina quais são os seus empreendimentos passíveis de apoio pelo BNDES.

Porém, alguns itens não são apoiáveis pelo BNDES. Confira a lista dos projetos que o Banco não financia.

Como funciona

Os pedidos de financiamento do BNDES passam por cinco grandes fases: consulta prévia, perspectiva, enquadramento, análise e contratação.

Veja o Fluxo e Prazos para Tramitação de Operações Diretas, Indiretas não Automáticas e Mistas.

Condições financeiras

Cada mecanismo de financiamento possui condições financeiras próprias.

Recursos não reembolsáveis

Alguns projetos podem receber aplicações financeiras, sem a exigência de reembolso. Tratam-se de investimentos de caráter social, cultural (ensino e pesquisa), ambiental, científico ou tecnológico.

Subscrição de valores mobiliários

Em sociedades anônimas, de capital aberto ou fechado, em emissão pública ou privada e em fundos de investimento fechados. O BNDES também oferece programas destinados à composição de fundos de destinação específica.

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Vivendo sem álcool por um mês em PATOS DO PIAUI?

Talvez você seja uma dessas pessoas que decidiram incorporar-se ao cada vez mais numeroso grupo de seguidores de estilos de vida saudáveis. Pode ser que tenha ficado convencido do bem-estar que alcançará ao evitar hábitos tão pouco convenientes como sedentarismo, fumar, beber álcool e se alimentar com comida rápida. Possivelmente o seu médico já avisou que os seus costumes estão provocando danos. Seja qual for o motivo da sua decisão, as chances de êxito serão maiores se conhecer a recompensa.

Nessa nova vida, o álcool figura entre os primeiros candidatos a desaparecer, uma perda que logo será notada porque os copos e as taças provocam obesidade abdominal, e deixar de beber favorece a perda dessa gordura. “O corpo armazena as calorias do álcool em forma de gordura, que é, sobretudo, visceral [no abdômen] a partir dos 30 anos nos homens e dos 40 nas mulheres. Mas, ao deixar de consumir álcool, e com dieta equilibrada e atividade física, é possível perder até um quilo por semana”, destaca o nutricionista Rubén Bravo, do Instituto Médico Europeu da Obesidade. “É verdade que nem todas as bebidas contêm a mesma quantidade de etanol nem possuem o mesmo valor nutricional. Embora o vinho tinto e a cerveja possam propiciar algum benefício, as bebidas destiladas aportam muitas calorias mortas (entre 280 e 360 por copo)”, acrescenta o especialista.

O corpo armazena as calorias do álcool em forma de gordura, que é, sobretudo, abdominal, nos homens a partir de 30 anos e nas mulheres a partir dos 40"

O cérebro também responde imediatamente à falta de álcool, e não é preciso ser um grande bebedor para notar isso. O psiquiatra Gabriel Rubio, coordenador do programa de Problemas Relacionados com o Consumo do Álcool do Hospital 12 de Outubro, de Madri, explica: "As pessoas que bebem muito durante o fim de semana, embora não o façam nos outros dias, na segunda e na terça-feira ficam lentas e com pouco ânimo. No entanto, depois de um mês sem beber álcool, admitem que sua capacidade de atenção e concentração melhora muito. Além disso, a qualidade do sono também é restabelecida”.

A reação do cérebro à falta de álcool é diferente nas pessoas que o consomem diariamente (duas cervejas para as mulheres e quatro, para os homens, segundo indica Rubio). “Isto porque a bebida diária, e em quantidades importantes, ativa mecanismos de estresse. Por isso, ao suprimir a ingestão o cérebro reage com a síndrome de abstinência e aparecem a irritabilidade, má qualidade do sono e pouca disposição. Esses sintomas podem prolongar-se por até 45 dias, embora costumem desaparecer depois de duas semanas.

Outro indicador do impacto do álcool sobre o organismo é o aumento dos índices de transaminases (que revelam inflamação do fígado), de ácido úrico, de colesterol e de triglicérides, e da pressão arterial. O médico Nicolás García Gonzáles, da Clínica Universitária de Navarra (CUN), pondera que a suscetibilidade ao álcool e seus efeitos “depende de cada pessoa, do padrão de consumo e do tipo de bebida”. Mas, em linhas gerais, os parâmetros bioquímicos baixam ao suprimir o álcool. “E é provável que, depois de um mês sem beber, muitos deles se normalizem”, comenta.

As pessoas que bebem muito durante o fim de semana, embora não o façam durante o resto dos dias, nas segundas-feiras e nas terças-feiras se encontram lentas e desanimadas"

No âmbito do risco cardiovascular, um trabalho da Universidade de Rochester, publicado na revista Atheroesclerosis, conclui que ele é menor em consumidores moderados diários (duas bebidas por jornada durante toda a semana) do que nos que se fartam no fim de semana (sete bebidas alcoólicas em dois dias). Portanto, se você pertence a esse segundo grupo, saiba que os benefícios para o seu coração serão maiores se passar um mês sem beber.

O médico da CUN também observa que os bebedores de quantidade importantes costumam ter certas carências nutricionais (porque o álcool contribui para a sensação de saciedade), principalmente de alguns aminoácidos essenciais e vitaminas dos grupos B, C e E, mas “logo se recuperam depois que interrompem o consumo”.

"Por último, o consumo abusivo de álcool tem um efeito negativo sobre a saúde sexual”, afirma Ignacio Moncada, responsável pelo setor de Urologia do Hospital Sanitas La Zarzuela. “Em bebedores crônicos afeta a condução do impulso nervoso através dos nervos e produz uma neuropatia que dificulta a ereção. Na embriaguez (consumo agudo), o álcool é um depressor do sistema nervoso central e produz menos ereção e menor resposta sexual.” Esse é outro efeito, porém, que a abstinência reverte. “Depois de um mês de abandono do consumo do álcool, há uma recuperação notável da afetação neurológica (e também das alterações metabólicas que influem na resposta sexual). Melhora a capacidade.” Assim, durante um mês notará os benefícios e, embora logo volte ao consumo habitual, saiba que esses jejuns (alcoólicos) temporários (que tal um mês por ano?) são microinvestimentos em sua saúde e bem-estar.

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Como está a situação dos motoristas bêbados em PATOS DO PIAUI?

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) mostra que aproximadamente um quarto dos brasileiros que dirige insiste em desobedecer à lei e colocar a vida em risco.

Segundo o levantamento, 24,3% dos motoristas afirmam que assumem a direção do veículo após ter consumido bebida alcoólica. No Brasil, a violência no trânsito é uma das principais causas de mortes. Em 2014, foram registradas 172.780 mil internações relacionadas a acidentes de trânsito.

O comerciante Francisco de Assis Pinheiro, 38 anos, natural do Rio de Janeiro, faz parte dessa estatística. Ele sofreu um grave acidente quando voltava de uma festa após ter bebido álcool. “Não andei nem 300 metros e em uma curva bati em outro carro. Eu estava sem cinto, fraturei o osso da região da bacia e estou sem andar. Aprendi a lição. Não se deve beber e dirigir”, lembra o comerciante.

E quanto maior o consumo, maior os riscos. O brasileiro, segundo a pesquisa, costuma exagerar. Do total de entrevistados, 13,7% bebeu álcool de forma abusiva nos últimos 30 dias, o que representa a ingestão de quatro ou mais doses para mulheres ou cinco ou mais doses para homens em uma única ocasião.

Entre os homens o índice chega a 21,6%, enquanto essa proporção no público feminino foi de 6,6%. A PNS foi realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), no período de julho de 2013 a fevereiro de 2014.

Entre 2010 e 2013, ocorreram mais de 313 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) decorrentes do alcoolismo. São gastos, em média, cerca de R$ 60 milhões por ano com pessoas dependentes do álcool.

Efeitos

O álcool é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento. O álcool consumido de forma abusiva pode causar malefícios à saúde, como por exemplo, doenças cardiovasculares, câncer, além dos graves acidentes de trânsito.

Adolescentes conseguem comprar álcool

A incidência de consumo de bebidas alcoólicas entre os jovens é outra preocupação do Ministério da Saúde. Com o período do Carnaval, os jovens em busca de diversão podem ignorar os malefícios do álcool e beber intensivamente durante os dias de folia.

A partir da iniciação, o adolescente se torna mais vulnerável à repetição deste hábito.“Crianças e adolescentes não devem em hipótese alguma fazer o uso de álcool. O consumo afeta a maturidade cerebral, o aprendizado, a memória e pode prejudicar seriamente o desenvolvimento dos jovens”, ressalta Deborah Malta.

Os dados alertam para a forma como esses jovens têm acesso ao uso das bebidas. Apesar da venda proibida em todo o país para quem tem menos de 18 anos, a pesquisa mostra que um em cada cinco (21,9%) adolescentes consegue comprar álcool por conta própria.

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, a prática é crime e o comerciante que for pego vendendo a bebida pode ser punido. No entanto, o estudo revela que parte dos adolescentes (10 a 12%) consegue a bebida no ambiente doméstico e na companhia de parentes. [23]



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