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Prefeitura de Parambu (CE) oferta concurso público com 611 vagas

Inscrições podem ser feitas pela internet ou de forma presencial. Remuneraçõe s variam de R$ 724,00 a R$ 5.800,00. A Prefeitura do município de Parambu, na Região do Sertão dos Inhamuns, abre nesta quarta-feira (17) as inscrições para concurso ...

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Agora tem dentista grátis na cidade?

Em 2014, o Sistema Único de Saúde (SUS) conta com cinco vezes mais equipes de saúde bucal do que a população contava em 2002. São mais de 24 mil equipes atendendo em 89,6% dos municípios de todo o Brasil.

O País tem investido cada vez mais em ações que garantam o acesso à assistência bucal no SUS. Centros de Especialidades Odontológicas e Laboratórios de Próteses Dentárias públicos, por exemplo, não existiam em 2002 e hoje são 1.029 centros e 1.479 laboratórios à disposição.

Estes números tornaram-se realidade por meio do programa Brasil Sorridente, criado em 2004. Todo brasileiro pode receber tratamento dentário de graça. Ao longo dos anos, a ampliação dos serviços de saúde bucal no SUS tem garantido uma redução da parcela da população mais vulnerável que nunca havia ido ao dentista. Mais de 80 milhões de brasileiros já foram beneficiados desde a criação do programa.

Historicamente, o acesso da população ao cirurgião dentista era privilégio da parcela mais rica da sociedade. Desde 2003, o número de profissionais de saúde bucal foi ampliado em 50%, chegando a 65.347.

O dentista Eduardo Effori é clínico geral do Hospital do Gama, no Distrito Federal, e afirma que houve uma mudança no atendimento nos últimos anos. “Melhorou a gestão em relação à distribuição das especialidades para o atendimento. No pronto socorro é rápido e, na cirurgia, ocorre no máximo 15 dias de espera. O que não é muito também”, explica.

Em apenas uma década, o Programa colocou o Brasil no grupo de países de baixa prevalência de cáries, de acordo com a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), e é reconhecido como o maior programa de saúde bucal público do mundo. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2003 (PNAD) demonstrou que 46,6% das crianças de 5 anos e 43,5% das crianças de 12 anos nunca tiveram cárie dentária.

Houve uma queda de 26% na incidência de cárie dentária na faixa etária de 12 anos e, também, a redução de perda dentária e do número de dentes afetados por cáries além da ampliação no acesso aos serviços de saúde bucal para as faixas etárias de 15 a 19 anos; 35 a 44 anos; e 65 a 74 anos.

A estudante Anna Barbara Sousa, de 21 anos, buscou atendimento em um Posto de Saúde do Distrito Federal. “Eu estava com dor de dente há um ‘tempão’, era uma cárie que precisava tirar. Minha avó marcou e depois eu fui. O dentista olhou o que era e fez o procedimento”, relata.

A pesquisa também revelou que cerca de 27,9 milhões de pessoas nunca haviam ido ao dentista. Já a PNAD-2008 demonstrou uma ampliação do acesso em 36,4%, e cerca de 20 milhões de brasileiros que nunca haviam ido ao dentista passaram a ter acesso e a porcentagem daqueles que nunca foram ao dentista foi reduzida para 11,6% da população.

O investimento do Programa Brasil Sorridente entre 2003 e 2013 foi de R$ 7 bilhões. Para 2014, a previsão de investimento é de R$ 1,2 bilhão. [19]


Você conhece alguém de PARAMBU que fuma narguilé? Dê a ele esse importante aviso !!!!

O narguilé, também conhecido como cachimbo d’água, shisha ou hookah, é vendido como peça de decoração e usado por jovens e adultos em festas e eventos sociais. Parece inocente, mas o que muitos não sabem é que o narguilé causa dependência e, em longo prazo, câncer de pulmão, boca e bexiga, aterosclerose e doenças respiratórias e coronarianas. Em uma sessão de uma hora de uso do narguilé, você pode inalar o equivalente à fumaça de 100 cigarros ou mais. A crescente popularidade do narguilé entre adultos jovens e adolescentes tem preocupado a saúde pública em todo o mundo: estima-se que cerca de 100 milhões de pessoas usam narguilé para fumar tabaco todos os dias no mundo de acordo com a pesquisa Reducing Hookah Use – “Um desafio para o século XXI”. No Brasil, a pesquisa Perfil do Tabagismo entre Estudantes Universitários no Brasil (PETuni), coordenada pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), analisou o consumo de narguilé entre estudantes da área de saúde. O estudo mostrou que — no ano de 2011, em Brasília (DF) e São Paulo (SP) — dentre os estudantes que declararam consumir com frequência algum tipo de produto derivado do tabaco diferente de cigarro, 63% a cerca de 80%, respectivamente, fizeram uso do narguilé. Já outro estudo entre estudantes de medicina de uma Universidade em São Paulo mostrou que a experimentação de narguilé entre alunos do terceiro e sexto anos foi de 47,32% e 46,75%, respectivamente.

Vitor Silva*, de 25 anos, morador do Distrito Federal, adquiriu uma peça de narguilé junto com um amigo. O jovem fuma atualmente de duas a três vezes ao mês, mas já chegou a usar com mais frequência. “Fumo sempre que vou a um bar de narguilé, geralmente para assistir a jogos de futebol ou em um dia de semana quando saio com amigos para conversar. Geralmente fumo a noite inteira, mas vou diminuindo ao longo da noite”, conta.

O uso frequente dos produtos derivados do tabaco causa também problemas de fôlego, mau hálito e envelhecimento precoce, mesmo em usuários adolescentes e jovens. O fumante passa a ter dificuldades de praticar esportes e outras atividades saudáveis de que gosta.

Por já ter passado mal algumas vezes por causa de pressão baixa, Vitor pretende não fumar mais. “Eu tenho diminuído e não quero mais fumar, mas realmente ainda fumo em algumas ocasiões. Cheguei a fumar três vezes por semana, mas narguilé enjoa”, afirma.

Um dos grandes riscos do narguilé é a intoxicação por monóxido de carbono — mesmo gás tóxico liberado pelos canos de descarga de automóveis — o que gera a redução da oxigenação do sangue e do cérebro.

Os sintomas de intoxicação aguda por monóxido de carbono são inespecíficos e podem variar de fadiga, náuseas, e dores de cabeça à perda da consciência, desmaios, arritmias cardíacas, isquemia miocárdica e morte.

Um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Israel demonstrou que o envolvimento de usuários de narguilé em acidentes de transito é 40% maior do que os não usuários. O estudo concluiu que seu uso torna o ato de dirigir menos estável e mais perigoso devido à hipóxia cerebral (diminuição da oxigenação do cérebro) causada pelos altos níveis de monóxido de carbono inalado.

O estudo também apontou que a hipóxia cerebral deixa as pessoas com fala arrastada, movimentos lentos, tonturas, leve tremor, falta de autocontrole, uma sensação de euforia, diminuição da visão e diminuição da capacidade de identificar cores. Esses efeitos tendem a se manter de quatro a seis horas depois do uso.

O uso de narguilé é prejudicial à saúde e pode ser a porta de entrada para a dependência do tabaco e de outras drogas. Além disso, ao compartilhar o narguilé com outros usuários, a pessoa se expõe a hepatite C, tuberculose, herpes e outras doenças da boca.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o planeta. Seis milhões de pessoas morrem no mundo por ano devido ao uso do cigarro. E, somente no Brasil, 75% dos fumantes começam a fumar antes dos 18 anos.

Adolescentes fumantes possuem alta probabilidade de se tornarem adultos fumantes. Quanto mais cedo a pessoa entra na dependência do tabaco, maior o risco de contrair câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis.

De acordo com o INCA, a última estimativa mundial apontou incidência de 1,82 milhão de casos novos de câncer de pulmão para o ano de 2012, sendo que em 80% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está associado ao consumo de derivados de tabaco. No Brasil, os números foram de 23.501 mortes em 2012.

Recomendações da Convenção Quadro da OMS para Controle do Tabaco ( CQCT- OMS) - A Conferência das Partes da Convenção Quadro para Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde na sua 6ª sessão (COP6) em outubro de 2014 convidou os países a fortalecerem a implementação da Convenção Quadro em relação ao narguilé, o que implica a proibição de sua propaganda, promoção e patrocínio, a proibição de seu uso em recintos coletivos fechados, a adoção de advertências sanitárias nas suas embalagens e a realização de campanhas para alertar a população sobre seus riscos.

Também foi recomendado que os países incluam os narguilés nos sistemas de vigilância e outras pesquisas relevantes a nível nacional.

Sob essa perspectiva, o Brasil já deu um importante passo: a nova legislação que regula o ato de fumar em recintos coletivos incluiu expressamente a proibição do uso narguilé nesses ambientes. [33]




Prefeitura de Parambu (CE) oferta concurso público com 611 vagas


Inscrições podem ser feitas pela internet ou de forma presencial. Remuneraçõe s variam de R$ 724,00 a R$ 5.800,00. A Prefeitura do município de Parambu, na Região do Sertão dos Inhamuns, abre nesta quarta-feira (17) as inscrições para concurso ...


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Você conhece alguém de PARAMBU que fuma narguilé? Dê a ele esse importante aviso !!!!

O narguilé, também conhecido como cachimbo d’água, shisha ou hookah, é vendido como peça de decoração e usado por jovens e adultos em festas e eventos sociais. Parece inocente, mas o que muitos não sabem é que o narguilé causa dependência e, em longo prazo, câncer de pulmão, boca e bexiga, aterosclerose e doenças respiratórias e coronarianas. Em uma sessão de uma hora de uso do narguilé, você pode inalar o equivalente à fumaça de 100 cigarros ou mais. A crescente popularidade do narguilé entre adultos jovens e adolescentes tem preocupado a saúde pública em todo o mundo: estima-se que cerca de 100 milhões de pessoas usam narguilé para fumar tabaco todos os dias no mundo de acordo com a pesquisa Reducing Hookah Use – “Um desafio para o século XXI”. No Brasil, a pesquisa Perfil do Tabagismo entre Estudantes Universitários no Brasil (PETuni), coordenada pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), analisou o consumo de narguilé entre estudantes da área de saúde. O estudo mostrou que — no ano de 2011, em Brasília (DF) e São Paulo (SP) — dentre os estudantes que declararam consumir com frequência algum tipo de produto derivado do tabaco diferente de cigarro, 63% a cerca de 80%, respectivamente, fizeram uso do narguilé. Já outro estudo entre estudantes de medicina de uma Universidade em São Paulo mostrou que a experimentação de narguilé entre alunos do terceiro e sexto anos foi de 47,32% e 46,75%, respectivamente.

Vitor Silva*, de 25 anos, morador do Distrito Federal, adquiriu uma peça de narguilé junto com um amigo. O jovem fuma atualmente de duas a três vezes ao mês, mas já chegou a usar com mais frequência. “Fumo sempre que vou a um bar de narguilé, geralmente para assistir a jogos de futebol ou em um dia de semana quando saio com amigos para conversar. Geralmente fumo a noite inteira, mas vou diminuindo ao longo da noite”, conta.

O uso frequente dos produtos derivados do tabaco causa também problemas de fôlego, mau hálito e envelhecimento precoce, mesmo em usuários adolescentes e jovens. O fumante passa a ter dificuldades de praticar esportes e outras atividades saudáveis de que gosta.

Por já ter passado mal algumas vezes por causa de pressão baixa, Vitor pretende não fumar mais. “Eu tenho diminuído e não quero mais fumar, mas realmente ainda fumo em algumas ocasiões. Cheguei a fumar três vezes por semana, mas narguilé enjoa”, afirma.

Um dos grandes riscos do narguilé é a intoxicação por monóxido de carbono — mesmo gás tóxico liberado pelos canos de descarga de automóveis — o que gera a redução da oxigenação do sangue e do cérebro.

Os sintomas de intoxicação aguda por monóxido de carbono são inespecíficos e podem variar de fadiga, náuseas, e dores de cabeça à perda da consciência, desmaios, arritmias cardíacas, isquemia miocárdica e morte.

Um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Israel demonstrou que o envolvimento de usuários de narguilé em acidentes de transito é 40% maior do que os não usuários. O estudo concluiu que seu uso torna o ato de dirigir menos estável e mais perigoso devido à hipóxia cerebral (diminuição da oxigenação do cérebro) causada pelos altos níveis de monóxido de carbono inalado.

O estudo também apontou que a hipóxia cerebral deixa as pessoas com fala arrastada, movimentos lentos, tonturas, leve tremor, falta de autocontrole, uma sensação de euforia, diminuição da visão e diminuição da capacidade de identificar cores. Esses efeitos tendem a se manter de quatro a seis horas depois do uso.

O uso de narguilé é prejudicial à saúde e pode ser a porta de entrada para a dependência do tabaco e de outras drogas. Além disso, ao compartilhar o narguilé com outros usuários, a pessoa se expõe a hepatite C, tuberculose, herpes e outras doenças da boca.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o planeta. Seis milhões de pessoas morrem no mundo por ano devido ao uso do cigarro. E, somente no Brasil, 75% dos fumantes começam a fumar antes dos 18 anos.

Adolescentes fumantes possuem alta probabilidade de se tornarem adultos fumantes. Quanto mais cedo a pessoa entra na dependência do tabaco, maior o risco de contrair câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis.

De acordo com o INCA, a última estimativa mundial apontou incidência de 1,82 milhão de casos novos de câncer de pulmão para o ano de 2012, sendo que em 80% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está associado ao consumo de derivados de tabaco. No Brasil, os números foram de 23.501 mortes em 2012.

Recomendações da Convenção Quadro da OMS para Controle do Tabaco ( CQCT- OMS) - A Conferência das Partes da Convenção Quadro para Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde na sua 6ª sessão (COP6) em outubro de 2014 convidou os países a fortalecerem a implementação da Convenção Quadro em relação ao narguilé, o que implica a proibição de sua propaganda, promoção e patrocínio, a proibição de seu uso em recintos coletivos fechados, a adoção de advertências sanitárias nas suas embalagens e a realização de campanhas para alertar a população sobre seus riscos.

Também foi recomendado que os países incluam os narguilés nos sistemas de vigilância e outras pesquisas relevantes a nível nacional.

Sob essa perspectiva, o Brasil já deu um importante passo: a nova legislação que regula o ato de fumar em recintos coletivos incluiu expressamente a proibição do uso narguilé nesses ambientes. [34]


*blogsbrasil.com - todos os direitos reservados. Selecionamos as principais notícias da cidade de PARAMBU CE. Os acontecimentos políticos, acidentes de trânsito nas rodovias, fatos do centro, dos bairros e do interior. Pesquisamos também os jornais locais e as redes sociais, bem como o site da prefeitura. O trabalho jornalístico consiste em captação e tratamento escrito, oral, visual ou gráfico, da informação em qualquer uma de suas formas e variedades. O trabalho é normalmente dividido em quatro etapas distintas, cada qual com suas funções e particularidades: pauta, apuração, redação e edição.A pauta é a seleção dos assuntos que serão abordados. É a etapa de escolha sobre quais indícios ou sugestões devem ser considerados para a publicação final. A apuração é o processo de averiguar informação em estado bruto (dados, nomes, números etc.). A apuração é feita com documentos e pessoas que fornecem informações, chamadas de fontes. A interação de jornalistas com suas fontes envolve freqüentemente questões de confidencialidade.A redação é o tratamento das informações apuradas em forma de texto verbal. Pode resultar num texto para ser impresso (em jornais, revistas e sites) ou lido em voz alta (no rádio, na TV e no cinema). A edição é a finalização do material redigido em produto de comunicação, hierarquizando e coordenando o conteúdo de informações na forma final em que será apresentado. Muitas vezes, é a edição que confere sentido geral às informações coletadas nas etapas anteriores. No jornalismo impresso (jornais e revistas), a edição consiste em revisar e cortar textos de acordo com o espaço de impressão pré-definido. A diagramação é a disposição gráfica do conteúdo e faz parte da edição de impressos. No radiojornalismo, editar significa cortar e justapor trechos sonoros junto a textos de locução, o que no telejornalismo ganha o adicional da edição de imagens em movimento. Tags: Últimas Notícias, PARAMBU CE, Cidade, Interior, Segunda, Terça, Quarta, Quinta, Sexta, Sábado, Domingo, Carro, Eleições, Crime, Estrada, Rodovia, Acesso, Greve, Eleições, Festa, Granizo, Chuva, Enchente,Aniversário, Prêmio, Mês, Fim de Semana, Hoje, Ontem, Anteontem, Hora, Pouco Tempo, Agora há Pouco, Mulher, Homem, Família, Criança, Portal,Pessoas, Como saber, Onde eu Acho, Site, Blog, Diário,Protesto,Inauguração, Cassação, Cassado, Show, Apresentação, Espetáculo, Fotos, Vídeos, Imagens, Previsão, Caminhão, Vítimas, Situação, Oposição, Eleições, Enquete, Votos, Apuração, Trânsito, Operação, PF, Delegacia, Praia, Localidade, Animais, Ver Fotos.