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Como funciona o CONSTRUCARD em FIRMINOPOLIS

O ConstruCard é o financiamento que a Caixa oferece para você adquirir materiais de construção. Você tem de 2 até 6 meses para comprar tudo o que precisar e, durante este período, paga somente os juros dos valores utilizados.

Após o período de compras, você tem até 238 meses para pagar as prestações do financiamento, não podendo a soma total do prazo de utilização e de amortização ultrapassar 240 meses.

Além da facilidade do débito direto em sua conta corrente, você ainda realiza suas compras por meio do cartão de débito personalizado.

Você pode utilizar o ConstruCard para a compra de qualquer tipo de material de construção, além de armários embutidos, piscinas, elevadores, aquecedores solares, aerogeradores e equipamentos de energia fotovoltaica. O financiamento tem duas fases: utilização e amortização.

A primeira fase destina-se à realização das compras do seu material de construção. Durante esse período, que pode variar entre 2 e 6 meses, você paga somente os juros das compras realizadas.

A segunda fase, que pode variar entre 1 e 238 meses, destina-se à amortização do saldo devedor, ou seja, o pagamento mensal das prestações até a quitação do financiamento. Essa fase começa após o término do prazo definido para as compras.

Garantias: aval, alienação fiduciária de bem móvel, caução de depósitos/aplicação financeira ou alienação fiduciária de bem imóvel.

Sistema de amortização: Tabela Price.

O prazo é conforme relacionamento. Para mais informações, consulte a Agência Caixa de sua preferência. [4]




Mulheres são as que mais estudam em FIRMINOPOLIS?

A força da mulher está presente nas universidades brasileiras. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de mulheres que ingressam no ensino superior supera o de homens.

O percentual médio de ingresso de alunas até 2013 foi de 55% do total em cursos de graduação presenciais. Se o recorte for feito por concluintes, o índice sobe para 60%.

No último ano do decênio, do total aproximado de 6 milhões de matrículas, 3,4 milhões foram de mulheres, contra 2,7 milhões do sexo oposto. Na conclusão dos estudos, 491 mil alunas formaram-se, enquanto 338 mil homens terminaram seus cursos em 2013.

Essa forte presença feminina está mais atrelada aos cursos de humanas. No ano de 2011, por exemplo, 64% dos bolsistas do CNPq na área de ciências exatas e da terra eram homens; em engenharia e computação, 66%.

Novos desafios

Porém, de acordo com a professora de filosofia Priscila Rufinoni, da Universidade de Brasília (UnB), as mulheres começaram a ocupar cursos em que não estavam tão presentes.

“Este curso (filosofia) sempre foi mais masculino, a começar por seu corpo docente, de maioria esmagadora: 37 homens e 5 mulheres, e assim também entre o alunado”, explica Rufinoni.

Segundo ela, apesar da filosofia ser da área de ciências humanas, ela oferece interface com as ciências exatas, onde a maioria masculina prevalece. Mas, Priscila acredita que esse quadro tende a se alterar. “Aumentou o número de alunas no curso. Hoje, vejo mais meninas nas salas”, afirma a professora.

Há sete anos na UnB, ela diz que uma entre as causas do maior ingresso feminino são as mudanças nos programas educacionais brasileiros, com expansão do acesso ao ensino superior.

“O Reuni mudou muito a perspectiva, reestruturou a educação. A filosofia virou disciplina do ensino médio, isso aumentou sua visibilidade e o interesse das mulheres”, avalia a pesquisadora.[30]

Pessoal de FIRMINOPOLIS está usando menos camisinha?

REPÓRTER: No Brasil, 45% da população não usaram camisinha quando fizeram sexo com parceiros eventuais nós últimos 12 meses. Os dados são da última Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira, realizada em 2013, que mostra o comportamento sexual dos brasileiros. Apesar de menos da metade da população não ter usado preservativo na última vez que fez sexo, 94 por cento das pessoas ouvidas pela pesquisa sabem que a camisinha é a melhor forma de se prevenir contra a aids e outras doenças que são transmitidas durante a relação sexual. A pesquisa entrevistou 12 mil pessoas de 15 a 64 anos. O lavrador Wallas Barros, de 21 anos mora próximo à Brasília e conta que durante a última relação sexual ele não usou camisinha.

SONORA: lavrador – Wallas Barros

"Eu fiquei com um cara e fiquei sem camisinha, eu estava bêbado né e sem camisinha e etecetera, não conhecia ele e não sei se ele tem. No carnaval com certeza se proteger. Tem preservativo, tem tanta coisa para a gente se proteger e não transmitir para outros, porque no carnaval sempre tem. Vamos usar camisinha!"

REPÓRTER: A pesquisa também constatou que houve um crescimento significativo de pessoas que disseram ter feito sexo com mais de 10 parceiros ao longo da vida. Por causa disso, o Ministério da Saúde adotou nova estratégia de campanha de prevenção contra a aids e outras doenças transmitidas na relação sexual. O que o Ministério quer para o carnaval 2015 é informar por meio de campanha publicitária, o uso da camisinha, o teste rápido para que a pessoa saiba se tem o vírus HIV e o tratamento com remédios, caso ela tenha o vírus.

SONORA: diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do ministério – Fábio Mesquita

"A gente nota uma certa mudança no comportamento sexual da população no decorrer dos anos. Existe uma necessidade do fortalecimento das estratégias do que a gente chama de prevenção combinada. Ou seja, importante a questão da camisinha, mas nós precisamos também de outras estratégias para prevenção. Então, a gente insiste nas práticas do sexo seguro, elas são importantes. Mas é importante as pessoas fazerem a testagem para o HIV. Aquelas que testarem positivo iniciaram o tratamento imediatamente para derrubar a carga viral, derrubar o tanto de vírus circulante e diminuir a transmissão, para evitar a replicação viral e para evitar que a pessoa contraia o HIV/Aids."

REPÓRTER: Os foliões que desembarcarem em Recife, Salvador e Santos Dummont , no Rio de Janeiro, vão poder retirar gratuitamente camisinhas que estarão disponíveis nos banheiros dos aeroportos dessas cidades. Essas camisinhas fazem parte do montante de preservativos que serão distribuídos durante este Carnaval. Ao todo, o Ministério da Saúde encaminhou 120 milhões de camisinhas para todo o país.

Reportagem, Diane Lourenço

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Vivendo sem álcool por um mês em FIRMINOPOLIS?

Talvez você seja uma dessas pessoas que decidiram incorporar-se ao cada vez mais numeroso grupo de seguidores de estilos de vida saudáveis. Pode ser que tenha ficado convencido do bem-estar que alcançará ao evitar hábitos tão pouco convenientes como sedentarismo, fumar, beber álcool e se alimentar com comida rápida. Possivelmente o seu médico já avisou que os seus costumes estão provocando danos. Seja qual for o motivo da sua decisão, as chances de êxito serão maiores se conhecer a recompensa.

Nessa nova vida, o álcool figura entre os primeiros candidatos a desaparecer, uma perda que logo será notada porque os copos e as taças provocam obesidade abdominal, e deixar de beber favorece a perda dessa gordura. “O corpo armazena as calorias do álcool em forma de gordura, que é, sobretudo, visceral [no abdômen] a partir dos 30 anos nos homens e dos 40 nas mulheres. Mas, ao deixar de consumir álcool, e com dieta equilibrada e atividade física, é possível perder até um quilo por semana”, destaca o nutricionista Rubén Bravo, do Instituto Médico Europeu da Obesidade. “É verdade que nem todas as bebidas contêm a mesma quantidade de etanol nem possuem o mesmo valor nutricional. Embora o vinho tinto e a cerveja possam propiciar algum benefício, as bebidas destiladas aportam muitas calorias mortas (entre 280 e 360 por copo)”, acrescenta o especialista.

O corpo armazena as calorias do álcool em forma de gordura, que é, sobretudo, abdominal, nos homens a partir de 30 anos e nas mulheres a partir dos 40"

O cérebro também responde imediatamente à falta de álcool, e não é preciso ser um grande bebedor para notar isso. O psiquiatra Gabriel Rubio, coordenador do programa de Problemas Relacionados com o Consumo do Álcool do Hospital 12 de Outubro, de Madri, explica: "As pessoas que bebem muito durante o fim de semana, embora não o façam nos outros dias, na segunda e na terça-feira ficam lentas e com pouco ânimo. No entanto, depois de um mês sem beber álcool, admitem que sua capacidade de atenção e concentração melhora muito. Além disso, a qualidade do sono também é restabelecida”.

A reação do cérebro à falta de álcool é diferente nas pessoas que o consomem diariamente (duas cervejas para as mulheres e quatro, para os homens, segundo indica Rubio). “Isto porque a bebida diária, e em quantidades importantes, ativa mecanismos de estresse. Por isso, ao suprimir a ingestão o cérebro reage com a síndrome de abstinência e aparecem a irritabilidade, má qualidade do sono e pouca disposição. Esses sintomas podem prolongar-se por até 45 dias, embora costumem desaparecer depois de duas semanas.

Outro indicador do impacto do álcool sobre o organismo é o aumento dos índices de transaminases (que revelam inflamação do fígado), de ácido úrico, de colesterol e de triglicérides, e da pressão arterial. O médico Nicolás García Gonzáles, da Clínica Universitária de Navarra (CUN), pondera que a suscetibilidade ao álcool e seus efeitos “depende de cada pessoa, do padrão de consumo e do tipo de bebida”. Mas, em linhas gerais, os parâmetros bioquímicos baixam ao suprimir o álcool. “E é provável que, depois de um mês sem beber, muitos deles se normalizem”, comenta.

As pessoas que bebem muito durante o fim de semana, embora não o façam durante o resto dos dias, nas segundas-feiras e nas terças-feiras se encontram lentas e desanimadas"

No âmbito do risco cardiovascular, um trabalho da Universidade de Rochester, publicado na revista Atheroesclerosis, conclui que ele é menor em consumidores moderados diários (duas bebidas por jornada durante toda a semana) do que nos que se fartam no fim de semana (sete bebidas alcoólicas em dois dias). Portanto, se você pertence a esse segundo grupo, saiba que os benefícios para o seu coração serão maiores se passar um mês sem beber.

O médico da CUN também observa que os bebedores de quantidade importantes costumam ter certas carências nutricionais (porque o álcool contribui para a sensação de saciedade), principalmente de alguns aminoácidos essenciais e vitaminas dos grupos B, C e E, mas “logo se recuperam depois que interrompem o consumo”.

"Por último, o consumo abusivo de álcool tem um efeito negativo sobre a saúde sexual”, afirma Ignacio Moncada, responsável pelo setor de Urologia do Hospital Sanitas La Zarzuela. “Em bebedores crônicos afeta a condução do impulso nervoso através dos nervos e produz uma neuropatia que dificulta a ereção. Na embriaguez (consumo agudo), o álcool é um depressor do sistema nervoso central e produz menos ereção e menor resposta sexual.” Esse é outro efeito, porém, que a abstinência reverte. “Depois de um mês de abandono do consumo do álcool, há uma recuperação notável da afetação neurológica (e também das alterações metabólicas que influem na resposta sexual). Melhora a capacidade.” Assim, durante um mês notará os benefícios e, embora logo volte ao consumo habitual, saiba que esses jejuns (alcoólicos) temporários (que tal um mês por ano?) são microinvestimentos em sua saúde e bem-estar.

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