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Serviços da Sanepar deixam casas de Fazenda Rio Grande sem água

Moradores de Fazenda Rio Grande ... a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). De acordo com a companhia, serviços de interligaçã o da rede serão realizados no periodo de o dia no bairro Gralha Azul, região sul do município. A normalizaçã o do ...

Chance no Paulistão devolve sonho a meia do XV: brilhar pela Coreia do Sul

O meu escopo é grande e com certeza é a seleção - disse o atleta. Chico, de 23 anos, tem como desejo de atuar pela seleção da Coreia do Sul (Foto: Vitor Prates / XV de Piracicaba) Nascido em Cascavel, no interior do Paraná, o meia de 23 anos é ...

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Receita do setor de serviço no Paraná cresce menos do que a média do país O desempenho do Paraná também foi menor ao ser comparado com os estados da região Sul. Em Santa Catarina, a expansão foi de 10%, e no Rio Grande do Sul foi de 8,3%. No acumulado do ano, os serviços no Paraná cresceram 6,3% e, nos últimos 12 meses ...
Chaves da casa própria são entregues a 256 famílias em Vargem Grande do Sul desta vez para famílias de baixa renda do município de Vargem Grande do Sul, na região administrativa de Campinas. Os novos mutuários terão prazo de até 25 anos para quitar o financiamento. As prestações serão subsidiadas pelo Governo do Estado e ...
PF realiza operação de combate ao tráfico em Patos, Sertão e estados vizinhos ... atuação de organização criminosa no comando do tráfico na localidade de Campina Grande, associada a grupos criminosos nas localidades de São Bento/PB, Foz do Iguaçu/PR e São Paulo/SP, que engendraram complexo esquema delitivo para envio de grandes ...

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Dilma sabia de tudo? Num país sério não deveria ser impedida de governar?

Paulo Roberto Costa e Dilma Rousseff

(Dida Sampaio/Estadão Conteúdo e Cristiano Mariz/VEJA)

Antes de se revelar o pivô do petrolão, o maior escândalo de corrupção da história contemporânea brasileira, o engenheiro Paulo Roberto Costa era conhecido por uma característica marcante. Ele era controlador e centralizador compulsivo. À frente da diretoria de Abastecimento e Refino da Petrobras, nenhum negócio prosperava sem seu aval e supervisão direta. Como diz o ditado popular, ele parecia ser o dono dos bois, tamanha a dedicação. De certa forma, era o dono — ou, mais exatamente, um dos donos —, pois já se comprometeu a devolver aos cofres públicos 23 milhões de dólares dos não se sabe quantos milhões que enfiou no próprio bolso como o operador da rede de crimes que está sendo desvendada pela Operação Lava-Jato. Foi com a atenção aguçada de quem cuida dos próprios interesses e dos seus sócios que, em 29 de setembro de 2009, Paulo Roberto Costa decidiu agir para impedir que secassem as principais fontes de dinheiro do esquema que ele comandava na Petrobras. Costa sentou-se diante de seu computador no 19º andar da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, abriu o programa de e-mail e pôs-se a compor uma mensagem que começava assim:

“Senhora ministra Dilma Vana Rousseff...”.

O que se segue não teria nenhum significado mais profundo caso fosse rotina um diretor da Petrobras se reportar à ministra-chefe da Casa Civil sobre assuntos da empresa. Não é rotina. Foi uma atitude inusitada. Uma ousadia. Paulo Roberto Costa tomou a liberdade de passar por cima de toda a hierarquia da Petrobras para advertir o Palácio do Planalto que, por ter encontrado irregularidades pelo terceiro ano consecutivo, o Tribunal de Contas da União (TCU) havia recomendado ao Congresso a imediata paralisação de três grandes obras da estatal — a construção e a modernização das refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Getúlio Vargas, no Paraná, e do terminal do Porto de Barra do Riacho, no Espírito Santo. Assim, como quem não quer nada, mas querendo, Paulo Roberto Costa, na mensagem à senhora ministra Dilma Vana Rousseff, lembra que no ano de 2007 houve solução política para contornar as decisões do TCU e da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

Também não haveria por que levantar suspeitas se o ousado diretor da Petrobras que mandou mensagem para a então ministra Dilma Rousseff fosse um daqueles barnabés convictos, um “caxias”, como se dizia antes nas escolas e no Exército de alguém disposto a arriscar a própria pele em benefício da pátria. Em absoluto, não foi o caso. Paulo Roberto Costa, conforme ele mesmo confessou à Justiça, foi colocado na Petrobras em 2004, portanto cinco anos antes de mandar a mensagem para Dilma, com o objetivo de montar um esquema de desvio de dinheiro para políticos dos partidos de sustentação do governo do PT. Ele estava ansioso e preo­cupado com a possibilidade de o dinheiro sujo parar de jorrar. É crível imaginar que em 29 de setembro de 2009 Paulo Roberto Costa, em uma transformação kafkiana às avessas, acordou um servidor impecável disposto a impedir a paralisação de obras cruciais para o progresso da nação brasileira? É verdade que às vezes a vida imita a arte, mas também não estamos diante de um caso de conversão de um corrupto em um homem honesto da noite para o dia.

Outros destaques de VEJA

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